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Mãe por inteiro

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Mãe uma palavra pequena no tamanho, mas grande no conteúdo.

São muitas as cores de uma mãe, muitas as suas caras, os tons de voz, os cheiros e incontáveis os seus super-poderes.

Uma mãe é tudo o que lá couber!

Uma vez mãe, mãe para sempre…

Há quem diga que mãe há só uma… eu prefiro acreditar que há muitas mães dentro de uma mãe!

 

Ser mãe…

É olhar com o coração, sentir com o cheiro, abraçar com olhar…

É caminhar sempre mais um pouco, é não desistir, é acreditar…

É proteger, é saborear cada minuto…

É ter esperança, é mostrar diferentes caminhos, é deixar voar…

É respeitar as diferenças, compreender sem reservas…

É dar tempo, dar espaço, é ensinar a sonhar…

É saber reconhecer os seus erros, é saber dizer não…

É desculpar, amar incondicionalmente, dizer o que sente…

É ouvir sem limites, compreender sem igual, é falar em silêncio…

Ser Mãe por inteiro, é muito mais do que alguma vez imaginei.

 

💗 Feliz dia da Mãe 💗

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Boas perguntas para usar no regresso a casa

shutterstock-567621496Quem tem filhos sabe quão desafiante é fazer-lhes perguntas e não obter resposta.

Depois de um dia de escola, o que mais desejamos, além do reencontro é saber o que aconteceu, como, com quem, onde…. ou seja ansiamos obter respostas que nos orientem e informem acerca do seu dia.

Assim surge o “Top 10” das perguntas mais usadas:

  1. O dia foi bom?
  2. Portaste-te bem?
  3. Comeste tudo?
  4. Dormiste?
  5. Aconteceu alguma coisa que me queiras contar (huummm!) ?
  6. Brincaste?
  7. Alguém te fez mal?
  8. Gostas da escola?
  9. Fizeste trabalhos?
  10. O que aprendes-te hoje?

Partindo do princípio que a criança até responde, teremos uma de duas hipóteses: SIM ou NÃO. Então, após o inquérito diário que dura escassos segundos, estamos perante pais à beira de um ataque de nervos, porque os filhos não lhes contam nada, sentindo-se perdidos e sem saber o que fazer.

Conhecem alguém assim?

A boa noticia é que as crianças têm muito para contar, mas nem sempre conseguem organizar o pensamento para responder. Além do mais, muitas vezes precisam de um tempo de resposta que não estamos preparados para lhe dar. Assim, se fizermos perguntas que remetam a criança para uma experiência, vivência ou emoção, estaremos a permitir que estruturem o pensamento e sintam prazer na partilha e comunicação.

Recentemente tive o prazer de conhecer Márcia Belmiro, autora das 20 perguntas que podemos fazer da escola para casa*. Aqui fica o “Top 20” que promete surpreender pais e filhos:

  1. Qual foi a tua brincadeira mais divertida?
  2. De tudo o que aconteceu hoje na escola, o que mais gostaste?
  3. Se pudesses contar a alguém especial o que aconteceu na escola, o que seria?
  4. Porque foi muito bom teres ido à escola?
  5. Qual foi a melhor coisa que te aconteceu hoje?
  6. Como te divertis-te hoje?
  7. Podes ensinar-me o que aprendeste?
  8. De todos os teus amigos, qual é o mais engraçado, alegre, barulhento… o que é que ele fez?
  9. Sentiste uma emoção diferente? qual?
  10. Sorris-te a alguém? Conta-me…
  11. Qual foi a tua maior descoberta?
  12. Se pudesses contar a história do dia de hoje, qual seria?
  13. O que mais gostaste de fazer hoje?
  14. Se pudesses cantar uma música para mostrar como te sentes, qual seria?
  15. O que podes fazer para o dia de amanhã ser ainda melhor?
  16. Se dependesse só de ti par a escola ser mais feliz, o que mudarias?
  17. O que podes fazer para os teus amigos serem felizes?
  18. O que vais querer sentir amanhã no caminho para a escola?
  19. Consegues dizer um motivo para voltares à escola amanhã?
  20. Se pudesses ser um adulto da tua escola, quem serias?

Agora é só experimentar, desfrutar e partilhar a experiência.

* ( versão adaptada do original – método KidsCoaching®)

 

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Os Piolhos vão à escola

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Fonte: pinterest

Os Piolhos são parasitas minúsculos que põem qualquer família em pé de vento. Estes seres teimam em vaguear de cabeça em cabeça e nelas encontram o lugar ideal para morar. Como seres inteligentes aproveitam a escola para difundir a espécie e chegam a povoar largas dezenas de cabeças numa única sala. Daí conseguem passar para os irmãos, pais, avós e professores. Têm super-poderes e multiplicam-se com uma velocidade surreal.

Uma nota importante é que os piolhos preferem as cabeças limpas e alimentam-se de sangue do couro cabeludo. A comichão é um dos primeiros sinais de que poderão existir piolhos na cabeça.

A parte boa desta história é que podemos apostar na prevenção, ou seja prevenir em vez de remediar. Há quem diga que não… eu acredito que com algumas medidas eficazes podemos diminuir as probabilidades de infestação.

Como evitar?

  1. Colocar umas gotas de óleo de alfazema atrás das orelhas e da nuca da criança. Os piolhos detestam o cheiro deste óleo. Também se pode pulverizar o cabelo e chapéus com solução de água com gotas de óleo. Uso há algum tempo e tem sido bastante eficaz.
  2. Se a criança manifestar comichão anormal no couro cabeludo, redobrar a atenção
  3. Semanalmente inspeccionar a cabeça e passar o pente fino apropriado para piolhos
  4. No caso dos cabelos compridos, apanhá-los pode ser uma boa opção.
  5. Ensinar a criança a evitar o contato com a cabeça dos amigos e não usar chapéus ou escovas de outra criança.

Em caso de piolhos, o que fazer?

Com a certeza da infestação há que tratar bem e com rapidez.

Se o aviso vem da escola, não fique com vergonha, pois ter piolhos não é sinónimo de falta de higiene, antes pelo contrário. Se detetou em casa, informe a escola pois é importante a comunicação à comunidade escolar, para que todos possam estar atentos e interrompam este ciclo, expulsando estes bicharocos da escola. Afinal de contas, os currículos não estão pensados para eles!

Assim que possível aplique um produto antiparasitário seguindo à risca as instruções para matar os piolhos vivos.

Existem opções naturais que em casos de infestação inicial podem ser bastante eficazes.

Após o tratamento, deve lavar a 60⁰C lençóis, almofadas, chapéus, toalhas, assim como desinfetar escovas e pentes que estiveram em contacto com a cabeça da criança nos últimos dias. Será igualmente importante aspirar a cadeira do carro, sofás e tapetes. Deitar o saco do aspirador fora. Caso algum objeto não possa ser lavado deixar fechado num saco durante duas semanas, tempo suficiente para os piolhos asfixiarem.

1, 2, 3 ataque aos piolhos!

Dúvidas e partilhas

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No planeta das chuchas: passos para ajudar a criança

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Fonte: Pinterest

O uso da chupeta é um tema polémico na sociedade atual, pois se há quem seja adepto, também há que seja contra a sua utilização. Verdade seja dita que inúmeros estudos comprovam que o uso inadequado ou prolongado da mesma interfere no desenvolvimento da criança, principalmente ao nível do aparelho orofacial e consequentemente na aquisição da fala) .

Por questões sociais, familiares ou culturais, a verdade é que a chucha é uma aliada da grande maioria dos pais. Aliás, hoje em dia já faz parte do enxoval do bebé, várias chuchas de diferentes formas, cores e marcas (Há quem ache muita piada!!). Como se não chegasse,  inventaram uma fitas para que chucha e criança estejam sempre juntos… e nós recorremos a tudo e mais um bocadinho sem pensar no depois. Damos esta opção, mas há um dia em que queremos tirar!!

Sendo um hábito introduzido precocemente torna-se difícil a sua anulação dois ou três anos depois. Tendo em conta esta complexidade e o seu impato no bem-estar emocional da criança é necessário preparar a criança para que este processo decorra dentro da normalidade. Há muito quem ache que se é para tirar tem que ser de vez e custe o que custar. Desculpem, mas não posso concordar. Este processo pode ser gradual e bem integrado no psíquico da criança, se existir uma preparação correta e acima de tudo se acontecer no tempo certo.

Porque já passei por este processo 2x como mãe e umas boas dezenas como educadora, estou perfeitamente à vontade para aconselhar e partilhar o que funciona na prática (A teoria por si só não é suficiente).

Chegada a altura de retirar a chucha, a criança deverá ser preparada e apoiada nesta fase tão importante do seu desenvolvimento. Cada criança é única e mesmo entre irmãos as experiência podem ser muito diferentes.

A retirada da chucha envolve uma perda de uma objeto de consolo e a capacidade de auto-regulação, portanto deve ser um processo gradual e uma vez iniciado não deve ser interrompido (Coerência e consistência). É fundamental a disponibilidade física e emocional, de todos os adultos que com ela convivem (escola/casa), devendo estes atuar em sintonia.

Aqui ficam alguns passos rumo ao objetivo:

  • Tratar o tema com naturalidade, sem fazer dele o centro da vida da criança é a abordagem mais adequada
  • Limitar o uso da chucha em momentos do dia, reduzindo o nº de horas de utilização. Esta prática envolve o não transportar a ou as chuchas para todo o lado. Sim, porque há quem tenha uma em cada divisão da casa, no carro, na escola… nem quero ver!
  • Não utilizar métodos radicais ( como colocar produtos na chucha, cortar, atirar pela janela)
  • Se a chucha estiver estragada ou em risco de romper não compre outra, pois essa opção confunde a criança (quer que eu deixe a chucha e compra uma nova?)
  • Introduzir histórias ou desenhos animados educativos sobre o tema ajudará a criança a antecipar, compreender e modelar comportamentos
  • Incentivar a criança a usar a chucha só em casa (dizendo-lhe que assim não se perde) e só permitir o uso à noite
  • Retirar a chucha quando a criança adormecer, explicando-lhe que irá fazê-lo, mas que a chucha ficará junto à almofada, caso precise
  • Combinar com a criança um dia oficial para deixar, de vez, a chucha (aniversário, férias, viagem) e assinalar o momento com algo especial.
  • Utilizar simbolismo para a criança deixar a chucha ( deixar na árvore ou na arca das chuchas, entregar ao pai natal ou enviar para a fada das chuchas, vale tudo no mundo da fantasia!)
  • Reforçar o contato físico e disponibilidade para a hora de deitar, pois pela falta da chucha a criança tende a demorar mais a adormecer (não se assuste são só uns dias)
  • Oferecer alternativas quando a criança chora porque quer a chucha, distraindo-a com outras atividades ou brinquedos. É uma técnica que, no momento certo funciona (as crianças são persistentes para nos deixar de rastos, sejam firmes e criativos!). A existência de um boneco preferido pode facilitar.
  • Elogiar cada conquista com amor e recompensar com momentos e brincadeiras de uma criança crescida. Evitar a recompensa material.
  • Deixar a criança descobrir como é viver sem chucha e apoiá-la incondicionalmente nesta maravilhosa aventura!

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Toca a passear: transportes grátis para crianças

Escrevo este post para partilhar com todos vós, o que eu desconhecia por completo (talvez seja o vosso caso!)

Vamos ao que interessa! Há uns dias tive conhecimento ocasional (um ano e tal depois da entrada em vigor) que as crianças dos 4 aos 12 anos têm direito a transporte gratuito na Carris e no Metro. Pois é… se soubessem as vezes que carreguei cartões e mais cartões com viagem para aqui e para ali (nem quero pensar). O mais engraçado é que mesmo nos locais de carregamento ou guichés está disponível esta informação. Ai que nervos!

Para beneficiar deste apoio é necessário requer a emissão do cartão Lisboa Viva com perfil Criança, num posto de atendimento da carris. Para tal, é necessário preencher um formulário e apresentar o cartão de cidadão da criança e entregar uma foto tipo passe. Como não á bela sem senão, a emissão do cartão tem um custo de 7€. Em dez dias o cartão está pronto e será válido até a criança completar 13 anos.

Apesar de utilizar o carro para as deslocações diárias, gosto de utilizar os transportes públicos em deslocações que requerem muito tempo de estacionamento, pela facilidade de acesso, ou simplesmente por lazer, pois acabamos por conhecer melhor a cidade.

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Eureka… esta descoberta foi uma maravilha, pois com viagens grátis para crianças, vamos passear muito mais!

E por aí conheciam este beneficio? Partilhem as vossas experiências.

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“Festas” com elas: Sim ou Não?

img_5137-1Com o verão à porta, chegam as festas e para muitos as dúvidas em relação a levarem os filhos consigo.

Que as crianças gostam de festas, isso é bem verdade! Mas também é verdade que as crianças precisam de rotinas e de estar em locais onde se sintam seguras.

A questão de levar ou não levar prende-se, essencialmente com dois aspetos: os pais desejam desfrutar, as crianças terão mil e uma razões para exigir atenção. Existirá compatibilidade de interesses? Ambos ganharão com a partilha destes momentos? Em alguns casos, sim, noutros será preferível ponderar é mesmo com alguma dificuldade deixar a criança em casa.

Para ajudar a decisão há que ter em conta:

@ a idade da criança (até aos seis anos, é um caso a considerar)

@ os hábitos de rotina (higiene, alimentação e sono)

@ o local, hora e duração da festa

Será igualmente importante perceber se existirão outras crianças e espaços adequados para brincar. Sim, porque para uma criança, festa é sinónimo de brincadeira e diversão!

Se a decisão for “festa com elas” seguir uma lista deste género, será meio caminho andado para assegurar que tudo correrá às mil maravilhas:

* explicar à criança onde vão e que comportamento esperam dela (reforçando que está mais crescida ou outro aspeto que relevante)

* definir antecipadamente tarefas entre pais ou outros familiares/amigos, para que não se dê o típico jogo do empurra (a criança não vai gostar) ou que aconteça um acidente por falta de vigilância (quando há muita gente por perto, há probabilidades de acontecer!)

* não levar a criança com fome (evita algumas birras, em caso de alterações ou atrasos! )

* preparar mala com muda de roupa, chapéu e calçado confortável (pode acontecer sujar-se ou sujarem-na)

* levar Kit SOS (toalhitas, protetor solar, repelente, termómetro e medicação para usar em caso febre)

* não esquecer brinquedos/objetos pessoais. De preferencia escolhidos pela criança. (vão ver que ajudam imenso em momentos de crise)

* evitar o recurso a tecnologias, pois limitam a interação da criança com o que está a acontecer à sua volta (estar sossegada não é sinónimo de bem-estar, nem um antídoto para alterações de humor e chamadas de atenção)

* já no local da festa procurar ficar afastado de janelas, portas, escadas e equipamentos (a diminuição de estímulos sonoros e visuais, por norma, propiciam a calma e o auto-controlo).

Se, por outro lado, decidir não levar a criança é importante transmitir-lhe como tudo se irá passar (a conversa deve ser ajustada à sua idade e características individuais).

Parece complexo mas não é.

Afinal, festas com elas?

É mesmo uma questão de opção…

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Cinco passos para gerir o tempo em família

Estar em família e desfrutar de momentos agradáveis é o desejo de pais e filhos. No entanto é algo que nem sempre se concretiza, pelo menos com a regularidade desejada. Ouço com frequência que na educação “menos é mais “, numa perspectiva de que nem sempre a quantidade supera a qualidade.

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Conheço muitos pais que sentem uma frustração enorme por não terem tempo para brincar com os filhos, outros por não conseguirem jantar com eles, outros porém por não os verem acordados. São inúmeras as limitações que se impõem na vida actual, mas também são muitas as imposições que colocamos à nossa agenda, por idealizações que fazemos ou simplesmente por não sabermos dizer “não” a compromissos extra. Um dado curioso, que li num livro de Coaching Parental é que todos temos 24 horas no dia e mais 86400 segundos para gerirmos as nossas actividades. A questão é que a imensidão de compromissos que surgem na agenda de pais e de filhos, bloqueiam muito do que podem desfrutar em conjunto. Se por um lado desejamos que os filhos participem em diversas actividades (assistam ao filme que estreou, marquem presença nas festas de aniversário, façam caminhadas, trabalhos de casa, durmam em casa de amigos ou jantem fora), por outro lado, devemos seleccionar com algum rigor as actividades e priorizá-las.  Para tal é essencial face a cada actividade, perguntar: E se eu não fizer isto? O que é que pode acontecer? Quando somos sinceros na resposta, encontramos a certeza das nossas escolhas e passamos a valorizar o que é realmente importante para a nossa família.

Para uma melhor gestão do tempo em família há que pôr em prática um plano que promova as mudanças desejadas:

1º Passo – desejar a mudança;

2º Passo –  Identificar as actividades do dia em queremos ter mais tempo (definir para quê, com quem);

3º Passo – identificar o que nos tem impedido de consegui-lo;

4º Passo –  definir estratégias para concretizar cada mudança;

5º Passo- Avaliar os resultados, redefinir prioridades e ,se necessário, voltar ao primeiro passo.

“Educar é viajar no mundo do outro, sem nunca penetrar nele. É usar o que passamos para transformar no que somos.” (Augusto Cury)

Conceição Pereira
Amor d`3ducação

 

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Amar para sempre!

IMG_1231.JPGO coração supera a razão … amar os nossos filhos incondicionalmente… para sempre!

As primeiras ligações afetivas constituem os alicerces para um relacionamento saudável e de confiança. Não há dúvida, que o amor e o carinho que damos aos filhos, são sementes que irão germinar num solo fértil. Um estudo recente refere que os afetos são vitais para o desenvolvimento do cérebro.

Amar, abraçar, mimar, olhar, tocar são hábitos que promovem o crescimento saudável e equilibrado da criança. Relação que devemos preservar e estimular desde cedo. Através destas interacções a criança constrõem emoções positivas que geram prazer e segurança, estando mais apta para se relacionar com o mundo e partir à descoberta.

Quantas vezes ouvimos dizer que amor a mais só estraga. Sinceramente, não partilho desta opinião! Não devemos confundir a necessidade de afeto com a ausência de limites. O desafio é manter o equilíbrio entre ambos, mostrando sempre aos filhos que os amamos e que por isso não lhes permitimos fazer tudo o que querem. Amar é sinónimo de dar, guiar, transmitir regras e definir limites… é dar possibilidade de escolha, é dar espaço, é respeitar, é proteger. Gestos de amor alimentam a vida e sustentam relações fortes e duradouras. Poder amar os filhos, todos os dias, é uma dádiva da vida!

” Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a.”

(Johann Goethe)

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O Coração da Mãe

Como o tempo passa! O quê? Já passou tanto tempo…parece que foi ontem. É verdade o tempo passou e aquele filho tão desejado, mimado, amado, está a crescer a olhos vistos.

Uma mãe diz estar preparada, mas na verdade (só aqui entre nós) não está. Vai-se preparando, à medida que os sinais mudam, os códigos de conduta, as vontades, as necessidades, enfim à velocidade fluminante do crescimento de um ser maravilhoso que vimos nascer e a quem dedicamos horas e horas da vida.

Como canta Paulo de Carvalho:  Dez anos é muito tempo…”

Se é … mas ao mesmo tempo…não é…tendo em conta o que ainda temos para viver. Hoje especialmente hoje, senti uma saudade do tempo que passou, pela intensidade, pelo amor, pela ternura, pela chama que se acende no coração de uma mãe e que aquece tudo e todos.

Digo frequentemente ao meu filho que o amo incondicionalmente e que sempre estarei ao seu lado. Ele sabe disso! Irei apoiá-lo sem reservas nas suas escolhas e serei um porto seguro, sempre que necessitar. Assim espero…

Como todas as mães, desejo que seja feliz e que, acima de tudo, faça muita gente feliz. Acredito que a essência da vida está precisamente nas coisas simples, nos afetos, nas amizades e na tenuidade e resplandecência do seu sorriso.

Conceição Pereira 
Amor d`3ducação
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As fases da Maternidade…

Ultimamente tenho pensado sobre a frequência com que estabelecemos a razão de determinado comportamento ou ação a uma fase da vida. Com  que facilidade ouvimos dos nossos amigos, pais, avós, professores: isso é normal, é uma “fase”, ou “está na fase” e porque será?

Falamos nas fases da vida, como sendo momentos em que passamos por determinada experiência ou vivência. Falamos das fases da infância, da adolescência,  da velhice e porque não falarmos das fases das mães.

Tudo começa quando ainda sem saber bem como vai ser, nasce em nós o desejo ardente de ser mãe. Ter um filho torna-se numa prioridade e numa meta a alcançar.

Nove meses e “jás pás”, cá está o nosso amor maior, a nossa razão de viver…enfim, o ser que nos cativa, que nos comove, que desperta em nós sentimentos e emoções que jamais sonhariamos.

Pois é e em meio a ansiedades, medos, inseguranças, embalamos o nosso bébe, mimamo-lo, bejiamo-lo e ele vai crescendo, sem darmos muito bem por isso e chega a primeira fase, depois a segunda, a terceira e assim sucessivamente. Como mães também temos as nossas fases, os nossos dias, as nossas vontades.. É ou não é? E a grande questão é conseguirmos equilibrar as nossas com as dos nossos filhos, pais, marido…

Poderia enumerá-las, mas considero que são diferentes de mãe para mãe, de criança para criança e no fundo o que interessa é a ideia das mudanças que ocorrem e às quais apelidamos de fases.

Eu já perdi a conta, até porque só num mês, a rotatividade é elevada… as crianças desenvolvem a um ritmo assustador… e para ser sincera, confidencio-vos uma coisa que descobri: os pais, muitas vezes, têm sérias dificuldades em acompanhar o ritmo!

Em que fase estão? Partilhem as vossas histórias…

Conceição PereiraAmor d`3ducação

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